Vitória da Conquista registra caso de Mpox; Bahia soma duas confirmações em 2026

Doença tem transmissão por contato direto e exige isolamento até cicatrização das lesões
Por Barra Alerta 20 de fevereiro de 2026
Vitoria-da-Conquista-registra-caso-de-Mpox-Bahia-soma-duas-confirmacoes-em-2026-1024x576 Vitória da Conquista registra caso de Mpox; Bahia soma duas confirmações em 2026
A Mpox é uma doença viral da mesma família da antiga varíola – Imagem ilustrativa

A Bahia confirmou dois casos de Mpox em 2026, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

Um dos registros ocorreu em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. A paciente é uma mulher que não reside no município, mas foi atendida no Hospital Geral da cidade.

O segundo caso foi confirmado em Salvador. O paciente é natural de Osasco (SP) e recebeu atendimento em uma unidade de saúde da capital.

Outros dois casos seguem em investigação e três já foram descartados após exames laboratoriais.

O que é Mpox

A Mpox é uma doença viral da mesma família da antiga varíola. Atualmente, a transmissão ocorre principalmente entre pessoas, por contato direto e prolongado com alguém infectado.

O vírus pode ser transmitido pelo contato pele a pele, inclusive em relações sexuais, além de gotículas expelidas ao falar ou tossir.

Também há risco no compartilhamento de objetos contaminados, como toalhas, roupas de cama e utensílios pessoais.

Sintomas da Mpox

Os primeiros sinais costumam incluir febre, mal-estar, dores de cabeça e musculares.

Em seguida, podem surgir ínguas no pescoço, axilas ou virilha.

Depois aparecem lesões na pele, semelhantes a bolhas ou espinhas com conteúdo amarelado. Elas podem surgir no rosto, tronco, membros, região genital ou perianal.

A orientação é procurar atendimento médico ao perceber esses sintomas para confirmação do diagnóstico.

Prevenção e cuidados

A principal forma de prevenção é evitar contato físico direto com pessoas infectadas.

A camisinha não é suficiente para impedir a transmissão se houver lesões na pele exposta.

Também é recomendado não compartilhar objetos pessoais e manter a higienização frequente das mãos e superfícies com álcool 70%.

Quem convive com um paciente deve manter distância mínima de dois metros e evitar contato direto até a completa cicatrização das lesões.

Tratamento e isolamento

Na maioria dos casos, a Mpox é autolimitada e apresenta baixa letalidade.

O tratamento é voltado para alívio dos sintomas e prevenção de complicações.

A pessoa infectada deve permanecer isolada até que todas as lesões sequem e cicatrizem, processo que pode durar de duas a quatro semanas.

No vídeo abaixo, o infectologista Dr. Ícaro Boszczowski explica tudo o que você precisa saber sobre a Mpox

Dr. Ícaro Boszczowski, infectologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

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